Muita gente acredita que basta o Air Bag ser acionado que isso já caracteriza perda total, mas isso não é verdade. Apesar de muita gente acreditar nisso, o acionamento do airbag não significa, automaticamente, que o veículo sofreu perda total. Na prática, essa decisão depende de uma análise técnica dos danos, do custo do reparo e do valor do carro.
O air bag é um item de segurança obrigatório
Desde 2014, os veículos novos fabricados ou importados no Brasil precisam sair de fábrica com airbag frontal para o motorista e para o passageiro da frente.
Ou seja, em carro novo, airbag não é luxo, acessório ou diferencial.
É item obrigatório de segurança.
Ele existe para ajudar a proteger os ocupantes em uma colisão, principalmente em impactos frontais, reduzindo o risco de ferimentos mais graves.
Mas se o airbag abriu, o carro deu PT?
Não necessariamente.
O airbag pode ser acionado em uma colisão forte o suficiente para exigir proteção aos ocupantes, mas isso não quer dizer, por si só, que a estrutura do veículo foi comprometida de maneira irreversível.
Em alguns casos, o carro pode ser reparado, voltar a circular normalmente e continuar sendo utilizado com segurança, desde que os danos sejam recuperáveis e o conserto seja feito corretamente.

O que define a perda total?
A perda total não é definida apenas por uma peça danificada ou pelo airbag acionado.
Em geral, o veículo pode ser considerado perda total quando o custo do reparo ultrapassa 75% do valor do carro, normalmente calculado com base na Tabela FIPE.
Ou seja: o famoso “PT” acontece quando, financeiramente ou tecnicamente, o conserto deixa de ser viável. Em alguns casos, mesmo que o dano não ultrapasse exatamente o limite financeiro, a condição estrutural do carro pode tornar o reparo inviável ou inseguro.
Então o que é perda parcial?
A perda parcial acontece quando o valor dos reparos fica abaixo desse limite de 75%.
Nesse caso, o veículo pode ser consertado, desde que a avaliação técnica indique que ele tem condições de reparo e de voltar a circular com segurança.
Por isso, dois carros podem sofrer acidentes parecidos e ter destinos diferentes. Tudo depende da extensão dos danos, do valor das peças, da mão de obra, da estrutura afetada e do valor de mercado do veículo.
Na UB, você não fica com essa dúvida
Aqui na UB, você não precisa ficar no “achismo” sobre o que aconteceu com o seu veículo.
Nosso processo é transparente e cada caso é analisado com responsabilidade, levando em consideração os danos, os critérios técnicos e as regras previstas no nosso regulamento.
Assim, o associado entende cada etapa do atendimento e sabe por que determinado caminho foi seguido, seja reparo, análise complementar ou indenização.
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